s envolveram reuniões com secretarias municipais de Habitação, Assistência Social, da Mulher, Igualdade Racial, Educação e Saúde, além da Patrulha Maria da Penha, delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (Deam), Polícia Civil, Polícia Militar, Conselhos Tutelares, Centros de Referência de Assistência Social (Cras) e Centros Especializados de Atendimento à Mulher (Ceam).
Com esse trabalho integrado, a expectativa é consolidar o Aluguel Social como uma política pública essencial no enfrentamento à violência doméstica.
“Esse trabalho continua em expansão no ano de 2O Goiás Social e a Agência Goiana de Habitação (Agehab), divulgaram mais uma lista de convocação de mulheres em situação de violência doméstica para o recebimento do benefício do Aluguel Social. A primeira lista de convocação de 2026 contempla 52 candidatas aprovadas em 32 municípios goianos.
A relação das convocadas já está disponível no site goias.gov.br/agehab. Para iniciar o recebimento do benefício, as selecionadas devem preencher e enviar a declaração de aceitação do programa no site aluguelsocial.agehab.go.gov.br ou pelo aplicativo “Aluguel Social”, no prazo de até 10 dias após a convocação. A coordenadora do Goiás Social, primeira-dama Gracinha Caiado, destaca a importância da iniciativa como instrumento de proteção e autonomia para as mulheres atendidas. “Estamos falando de uma ação essencial para garantir dignidade e segurança à mulher que enfrenta esse momento tão difícil. O apoio do governo permite que ela escolha um novo lugar para viver, em qualquer cidade do estado, longe do agressor, com liberdade e proteção”, afirma.
O presidente da Agehab, Alexandre Baldy, explica que o atendimento do Aluguel Social voltado a mulheres em situação de violência doméstica foi ampliado em 2025, resultado de um trabalho intenso de articulação com entidades que atuam diretamente na rede de proteção. Segundo ele, “em 2025, foram atendidas 673 mulheres e crianças em situação de violência doméstica, contra 642 em 2024”.
De acordo com Baldy, a equipe técnica social da Agehab intensificou ações junto aos diversos atores da rede de proteção, com foco na ampliação do acesso ao programa. As estratégias incluem a integração e capacitação de gestores e equipes técnicas municipais, por meio de reuniões institucionais destinadas ao esclarecimento dos objetivos do Aluguel Social e à orientação sobre os procedimentos de inscrição das beneficiárias.
As ações envolveram reuniões com secretarias municipais de Habitação, Assistência Social, da Mulher, Igualdade Racial, Educação e Saúde, além da Patrulha Maria da Penha, delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (Deam), Polícia Civil, Polícia Militar, Conselhos Tutelares, Centros de Referência de Assistência Social (Cras) e Centros Especializados de Atendimento à Mulher (Ceam). Com esse trabalho integrado, a expectativa é consolidar o Aluguel Social como uma política pública essencial no enfrentamento à violência doméstica. “Esse trabalho continua em expansão no ano de 2026. Desejamos que elas não precisem, mas se precisarem, podem contar com essa mão do Estado em um momento de dificuldade”, conclui Baldy.
A primeira lista de convocação de 2026 contempla 52 candidatas aprovadas em 32 municípios goianos. A relação das convocadas já está disponível no site goias.gov.br/agehab.
Para iniciar o recebimento do benefício, as selecionadas devem preencher e enviar a declaração de aceitação do programa no site aluguelsocial.agehab.go.gov.br ou pelo aplicativo “Aluguel Social”, no prazo de até 10 dias após a convocação.
A coordenadora do Goiás Social, primeira-dama Gracinha Caiado, destaca a importância da iniciativa como instrumento de proteção e autonomia para as mulheres atendidas.
“Estamos falando de uma ação essencial para garantir dignidade e segurança à mulher que enfrenta esse momento tão difícil. O apoio do governo permite que ela escolha um novo lugar para viver, em qualquer cidade do estado, longe do agressor, com liberdade e proteção”, afirma.
O presidente da Agehab, Alexandre Baldy, explica que o atendimento do Aluguel Social voltado a mulheres em situação de violência doméstica foi ampliado em 2025, resultado de um trabalho intenso de articulação com entidades que atuam diretamente na rede de proteção.
Segundo ele, “em 2025, foram atendidas 673 mulheres e crianças em situação de violência doméstica, contra 642 em 2024”.
De acordo com Baldy, a equipe técnica social da Agehab intensificou ações junto aos diversos atores da rede de proteção, com foco na ampliação do acesso ao programa.
As estratégias incluem a integração e capacitação de gestores e equipes técnicas municipais, por meio de reuniões institucionais destinadas ao esclarecimento dos objetivos do Aluguel Social e à orientação sobre os procedimentos de inscrição das beneficiárias.





