Goiânia recebe, no dia 14 de novembro, uma das vozes mais marcantes da música popular brasileira. Jorge Vercillo desembarca na capital goiana com a nova fase da turnê comemorativa de seus 30 anos de carreira. O show “JV30 Parte II – Mais um final feliz” será apresentado no Teatro Rio Vermelho, com abertura dos portões às 20h30. Os ingressos estão à venda pela plataforma BaladAPP.
A apresentação propõe uma viagem pela trajetória musical de Vercillo, reunindo canções de diferentes fases da carreira e passando por referências como bossa nova, samba, ijexá, R&B, reggae e jazz.
Entre os sucessos que integram o repertório estão “Que Nem Maré”, “Fênix”, “Homem-Aranha”, “Monalisa”, “Sensível Demais”, “Final Feliz”, “Encontro das Águas” e “Ela Une Todas as Coisas”. O público também poderá conferir “Só Quem Ama” e uma nova versão de “Fenômenos da Natureza”.
Show une música e experiência visual
Além do repertório, a nova etapa da turnê aposta em uma experiência visual. Iluminação e projeções acompanham as músicas e ajudam a criar diferentes ambientes ao longo da apresentação.
Para Vercillo, a turnê representa a oportunidade de revisitar um repertório construído ao longo de três décadas, ao mesmo tempo em que abre espaço para novas interpretações e possibilidades no palco.
Paralelamente aos shows, o cantor segue trabalhando em novos projetos, entre eles um álbum de remixes, além de manter parcerias com artistas de diferentes gerações e estilos.
Três décadas de carreira
Jorge Vercillo iniciou a carreira profissional nos anos 1990 e, desde então, lançou mais de 16 álbuns. Ao longo desse período, suas músicas fizeram parte de trilhas sonoras de novelas e o artista recebeu indicações ao Grammy Latino.
Segundo dados divulgados pela produção, Vercillo já ultrapassou a marca de 1 bilhão de reproduções nas plataformas digitais e vendeu cerca de 2 milhões de discos. O cantor também recebeu o Prêmio da Música Brasileira por voto popular em duas edições consecutivas.
Entre os trabalhos que fazem parte de sua trajetória estão “Raça Menina”, “Como Diria Blavatsky”, “Vida é Arte” e “Nas Minhas Mãos”.

